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7 comentários:

  1. ILUSTRÍSSIMO DOMINGO:

    A situação do cinema brasileiro no aspecto de sua produção foi e confecção, foi muito bem colocada pelo produtor Phydias Barbosa, no corrente ano de 1985. A opinião exposta nesta coluna, coincide com a da maior parte do público que acaba por ter assistir a filmes estrangeiros, já que os filmes nacionais são pouco divulgados e tem um fraco apoio em nível de patrocínio.
    É claro que temos bons autores no Brasil. A prova é a quantidade de prêmios conseguidos em festivais internacionais e o sucesso junto ao público europeu. Falta apenas uma maior conscientização do público para que seja dado um valor maior ao cinema nacional e assim valorizar aquilo que os estrangeiros, ano após ano, elogiam como sendo algo do mais rico conteúdo artístico. A propósito, em nossos dias (1999), temos uma realidade bem melhor e nos dois últimos anos tivemos até mesmo indicação para o Oscar, além de receber prêmios na América Espanhola, Brasil e na Europa.
    Gosto muito pelo tratamento dado pela Domingo à cultura nacional através de entrevistas com nomes que produzem o que há de melhor em nossa terra, tais como: o músico João Bosco e o escritor João Ubaldo Ribeiro. A cada Domingo percebo a grande criatividade dos quadrinhos do Miguel Paiva, tendo uma mensagem muito bem colocada num pequeno espaço, mas que traduz uma idéia muito ampla para o leitor que assim pode desfrutar de um excelente autor numa leitura descontraída. O Brasil vive um importante momento musical com o retorno do tema Tropicália, com os cantores e compositores Gilberto Gil e Caetano Veloso (...). Parabéns Domingo pela matéria que apresenta um panorama geral carioca de dois dos mais importantes artistas da MPB, autores estudados até em livros de Literatura Comentada (...). Alô, alô Caetano e Gil! Aquele abraço tropical!
    Estou encantado com a nova formulação editorial da Domingo, sendo mais despojada, aumentando a sua receptividade e aproveito o ensejo para apresentar o meu elogio à matéria a respeito da longevidade, na Coluna da Dra. Mariana Jacob, pois estamos num instante de existência bastante denso, sendo preciso curtir um pouco mais a vida e ser feliz. A juventude acaba por ser uma etapa da vida a ser prolongada através de exercícios físicos, conversos descontraída e um bom filme.
    A humanidade deve ser um pouco mais religiosa tendo a paz e a harmonia como hábitos da sociedade e assim evitar os vários problemas das grandes metrópoles. O costume da leitura supera barreiras do tempo e alcança desde a mais avançada tecnologia aos tradicionais modos de termos um sebo. Com a modalidade de livrarias sofisticadas dos shoppings e centros culturais, os sebos virão à opção daqueles que garimpam livros raros. O Rio de Janeiro exposto na Casa França Brasil e no CCBB é apresentado pela Domingo, através da matéria É bonita, É bonita, e É bonita, numa citação do Cantor e Compositor Gonzaguinha, um verdadeiro carioca da gema. Confesso emocionar-me ao ver as belezas cariocas e mesmo observando as fotos do passado, ainda há mantido pela natureza, a primazia da arquitetura não desfeita pelas dezenas de transformações feitas na geografia do RJ (...).
    Como carioca sorrio ao vislumbrar a cidade na qual nasci e é chamada de Maravilhosa pelo mundo inteiro. O RJ possui um toque de Deus. Carlos Frederico – RJ.
    Nota: Texto adaptado de Cartas a Revista de Domingo - JB, publicadas de 1995 a 2004. Publicado no livro: Algumas Escritas – Romance & Crônicas – RS: Editora Opção 2, 2009.

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  2. RESENHA – CARLOS FREDERICO.
    Economia Solidária: Educação & Autonomia – Grace Irene Imbiriba Pastana, RJ, TecnoArte, 2011, 80 páginas.
    Esta obra é baseada na Monografia Economia Solidária: educação e autonomia, em que a bióloga Grace Pastana, demonstra bastante conhecimento teórico e prático sobre várias atividades que se integram ao movimento de economia solidária e se traduzem como formas de economia alternativa. Ela abrange boa parte dos brasileiros em situação de desemprego ou subemprego, assim como os meios de produção, de serviços e de comercialização que utilizam o apoio de professores, técnicos, pesquisadores sensíveis e que têm compromissos com os ideais de justiça social e ambiental.
    (...) Quanto à relação economia solidária e educação, a abordagem histórica bem recorda as etapas vividas em nossa terra, ao longo do tempo, com os seus respectivos instantes de exclusão social (...). Aborda, ainda, a situação dos profissionais de ensino e suas dificuldades nas diferentes regiões desse país continental. A referência feita ao educador Paulo Freire é de suma importância, visto que o mesmo representa um divisor de águas para os direitos das classes populares no acesso à educação. (...) O uso sustentável dos recursos naturais é verificado sob o enfoque educacional e pedagógico, além da interface do uso econômico, no qual o trabalhador e o estudante (...) voltam-se ao esforço global que tem sido feito para salvar as nações de um futuro tenebroso. Dará lugar ao período de recomposição do ambiente terrestre, com a necessária preocupação ambiental e visão de sustentabilidade e sobrevivência da Terra (...). Carlos Frederico in: Comentário do livro Economia Solidária: Educação & Autonomia. RJ, 2011.

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  3. CAMINHADA
    Caminho no sentido de poder sentir em teus olhos a mesma sensação que ocupa todo o meu coração. O lirismo de quem por vezes falo, trouxe-me aqui para translar para o papel a emoção vivida neste instante. São coisas que no possuem explicação muito lógica, com todas as dificuldades encontradas no percurso da nossa vida, procuro distribuir fraternidade, harmonia e amor em minhas atitudes e textos.
    Na bondade de Deus, tudo é resolvido e a generosidade abrange todas as perspectivas fazendo de grandes problemas, simples gotejar de alegria entre os homens. Na semântica, tudo isso ocorre com facilidade, em cenas seguidas, ela surge e com rapidez espalha-se no decorrer de cada dia. Carlos Frederico in: Boletim Portas para a Poesia e a Prosa (MG), 2006.

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  4. TEMPO DE ESPERA

    Fim do silêncio
    Época sem rimas
    Muitos estudos e problemas
    Triste segundo
    Década sem fim
    Curto outono
    Lindo verão
    Quase sem querer
    Vi no horizonte
    Lindas aves a voar
    Luz que ilumina
    Mente alegre a vibrar
    Agora volto a cantar.
    Carlos Frederico.
    Nota: Publicado no Jornal de Cultura Líricas Idéias (RJ), Literatura & Arte (ES) e no Jornal Maringaense (PR), todos em 2007.

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  5. Inventividade
    Na aurora da Criação,
    um reflexo encontrou a trilha da inventividade
    que repleta de divindade,
    resulta na mais plena Arte. Carlos Frederico In. : Elo Poético 2, RS: Editora Opção 2, 1999.

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  6. FRED, O BLOG ESTA MELHOR, MAS, NÃO TENHO COMO COLOCAR MEUS TEXTOS.

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